“Não podemos deixar que isso continue. Realeza é um grande município, de um povo trabalhador e que merece uma atenção especial. A liberação desses recursos vai possibilitar os pacientes que necessitam de um atendimento mais específico não precisarem se deslocar para outras cidades”, disse Kaefer.

Hoje, em média, são feitos cerca de 3,2 mil atendimentos mensais entre consultas e procedimentos. Segundo a secretária de Saúde, Eliete Cortes, assim que o dinheiro for liberado serão feitas as obras de adequação para que a atual UPA que hoje funciona como um mini-hospital possa se transformar num Hospital Municipal.

A partir daí será publicado edital de licitação para que uma instituição particular ou uma associação de saúde possa se candidatar a fazer um contrato em regime de comodato com o Município para fazer o atendimento da população.

Essa instituição privada ficará responsável pela aquisição de equipamentos e material permanente, contratação de pessoal, e tudo o que precisar para que os pacientes sejam atendidos da melhor forma possível.