O Paraná reduziu em 58% o número de crianças e adolescentes, de 5 a 14 anos, exercendo alguma atividade remunerada, enquanto no Brasil a redução foi de 43,5%. O resultado foi levantado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE), considerando o período de 2011 a 2015. Na próxima terça-feira (12), é o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, e mobilizações e ações devem ser promovidas em todo o país.

A secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, afirma que o bom resultado é fruto de ações integradas entre secretarias estaduais, prefeituras e entidades sociais, desenvolvidas pelo Governo do Estado desde 2011. “São diversas iniciativas para o desenvolvimento social e econômico dos municípios, que fomentam a geração de emprego e renda e trazem melhores condições de vida para a população. Tudo isso, aliado aos constantes investimentos na rede de proteção de crianças e adolescentes”, diz a secretária.

Para o superintendente da Política de Garantias de Direitos da secretaria, Leandro Meller, é fundamental que os investimentos em ações preventivas e protetivas sejam contínuos. “É um trabalho incessante para sensibilizar a sociedade e as famílias em que a violência é cometida. É um ciclo por vezes cultural, que prejudica o desenvolvimento saudável da criança e do adolescente, impedindo-os de estudar e brincar”, explica Meller.

ESTRATÉGIA – No Paraná, as ações de combate ao trabalho infantil envolvem a integração de diversas políticas públicas. Esse trabalho é coordenado pela Secretaria da Família e Desenvolvimento Social, responsável pela política estadual da criança e do adolescente.

(Foto: Aliocha Maurício/SEDS)

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